EmailMarketing e. E-Commerce c. Online Advertising Soal dan Jawaban,Soal Pemasaran. Post Terpopuler. Contoh Format RAPBS TK/PAUD Terbaru. Jas Merah 14 Mar, 2021. Promes Kelas 3 Kurikulum 2013 Revisi 2019 (Semester 1 & 2) Jas Merah 14 Mar, 2021. Soal Pemasaran Online Kelas 11 Lengkap Beserta Kunci Jawabannya.
Berikutadalah soal dan kunci jawaban UAS semester 1 Tema 5 kelas 6 SD MI yang mesti dipahami agar bisa mendapatkan nilai tertinggi. Ini E-Commerce Terbaik Indonesia Tahun 2021. Seperti soal terasa mudah, soal yang tidak akan
UJIANTENGAH SEMESTER Nama : Novia Holibah Purbakawasa Kelas : Manajemen i Mata Kuliah : E-commerce NPM : 434334022017452 Dosen : Anton Tirta Komara, S.E., M.M Soal 1. Pendapat Anda mengenai perkembangan ecommerce di Indonesia dibandingkan Negara
soale-business dan e-commerce 1. Suatu kegiatan transaksi, jual-beli, bisnis yang dilakukan melalui perangkat elektronik atau dengan internet sehingga perusahaan dapat langsung berinteraksi dengan costumer, supplier maupun rekan bisnis, disebut
b 1), 3), dan 4) c. 2), 3), dan 5) d. 2), 4), dan 5) e. 3), 4), dan 5) 9. Ida tidak perlu memiliki sebuah toko untuk memajang barang dagangannya. Berbekal modem dan laptop ia dapat membuat toko virtual dan memasarkannya melalui jaringan internet. Dampak positif perubahan sosial di atas adalah a. Menghilangkan kesenjangan sosial dalam
SOALDAN JAWABAN MATA KULIAH E - BISNIS 1. Definisi E-Business dan E-marketing? Jawab : marketing adalah bagian dari e-bisnis yang berfokus pada sisi menjual e-commerce dan memberikan nilai kepada konsumen. menambahkan nilai yang juga perlu mempertimbangkan rantai pasokan hulu karena ini mempengaruhi waktu siklus dan kualitas
. Kompasiana adalah platform blog. Konten ini menjadi tanggung jawab bloger dan tidak mewakili pandangan redaksi Kompas. Jurusan Bisnis Digital adalah program studi yang berkaitan dengan penerapan teknologi digital dalam konteks bisnis. Di era digital saat ini, perusahaan harus beradaptasi dengan perubahan teknologi dan mengoptimalkan strategi digital mereka untuk tetap kompetitif. Berikut ini beberapa pertanyaan umum dan jawaban terkait materi jurusan Bisnis Digital!1. Apa itu Bisnis Digital?Bisnis Digital melibatkan penggunaan teknologi digital untuk meningkatkan operasi, strategi pemasaran, dan hubungan dengan pelanggan dalam konteks bisnis. Ini termasuk penggunaan platform online, analitik data, media sosial, e-commerce, bahkan strategi pemasaran digital. 2. Apa manfaat strategi pemasaran digital? Strategi pemasaran digital memungkinkan perusahaan untuk mencapai audiens yang cakupannya lebih luas secara online, meningkatkan visibilitas merek, dan meningkatkan keterlibatan pelanggan. Ini juga dapat memberikan wawasan yang lebih baik tentang preferensi dan perilaku konsumen melalui analitik Bagaimana membangun kehadiran online yang kuat?Untuk membangun kehadiran online yang kuat, perusahaan perlu memiliki situs web yang responsif dan mudah digunakan, serta hadir di platform media sosial yang relevan. Konten berkualitas, optimisasi mesin pencari SEO yang freindly, dan strategi pemasaran konten juga penting dalam memperkuat kehadiran Apa peran analitik data dalam Bisnis Digital? Analitik data memungkinkan perusahaan untuk mengumpulkan, menganalisis, dan menginterpretasikan data untuk mengambil keputusan bisnis yang lebih baik. Dengan memahami perilaku pelanggan, tren pasar bahkan kinerja kampanye digital. Perusahaan dapat mengoptimalkan strategi mereka dan mencapai hasil yang lebih Bagaimana e-commerce memengaruhi bisnis digital?E-commerce adalah bentuk bisnis digital di mana transaksi jual beli dilakukan secara online. Ini memungkinkan perusahaan untuk menjangkau pelanggan lebih luas di seluruh dunia, meningkatkan efisiensi operasional serta menyediakan pengalaman belanja yang mudah dan nyaman. 1 2 Lihat Ilmu Sosbud Selengkapnya
Se você trabalha com marketing, comunicação, publicidade e propaganda ou outras áreas afins, precisa estar alinhado com tudo que acontece no mercado. E uma das principais tendências é a migração das relações de compra e venda para sites no meio digital. Uma das formas mais comuns para essa migração é o e-commerce comércio eletrônico, e é sobre ele que vamos falar nesse artigo. Trouxemos um guia completo sobre o tema para sanar todas as dúvidas que você tem a respeito de um e-commerce. Neste post você aprenderá Vamos lá? O que é um e-commerce e para que ele serve Um e-commerce, ou comércio eletrônico, refere-se aos negócios que estruturam seu processo de compra e venda na Internet. Assim, todas as transações comerciais são realizadas por meio de ferramentas online. Dessa forma, fica fácil entender que o conceito de e-commerce envolve muito mais do que apenas a criação de um site. Trata-se de um tipo de empreendimento que se diferencia pela e sua estrutura de funcionamento — altamente relacionada ao digital. Quando afirmamos isso, vale a pena destacar que o e-commerce digitaliza integralmente dois processos básicos venda e atendimento ao cliente. A partir desse trabalho, ele também abre as portas para outras automações, como marketing, controle de finanças e estoque. Dessa maneira, ele facilita e agiliza o trabalho de gestão em muitas frentes. Por outro lado, também tem como efeito o maior peso estratégico da questão da logística. Qual diferença entre e-commerce e loja virtual Para que você entenda ainda melhor o que é um e-commerce, é essencial que fique claro também a diferença entre esse conceito e o de loja virtual. Como apresentado, por envolver uma gama de processos comuns a um comércio o e-commerce não se restringe ao seu site ou portal de vendas, isso, na verdade, é o que chamamos de loja virtual. Assim, a loja virtual é uma parte — essencial — do e-commerce, mas não pode ser considerada o todo. Diferentemente de algumas concepções, também difundidas no mercado, entende-se que a loja virtual é o único canal de vendas de um e-commerce, sendo as redes sociais, email marketing e outros apenas meios de divulgação, que têm o objetivo de levar o usuário à loja. Qual a diferença entre e-commerce e marketplace Além das confusões geradas entre e-commerce e loja virtual, existe também uma grande dúvida sobre o que é um marketplace e o que o diferencia de um comércio eletrônico. Para esclarecer isso, primeiramente basta que o marketplace seja apresentado como um tipo de e-commerce, uma variação na qual a loja virtual não é própria. Dessa forma, o marketplace oferece uma plataforma comum para que várias empresas vendam seus produtos. Essa plataforma intermedeia o processo de cobrança e, em muitos casos, também assume uma certa parcela da responsabilidade sobre a garantia da entrega e da qualidade do produto vendido. Para um lojista, o marketplace é uma alternativa atraente porque é bem mais simples de gerenciar. Toda a estrutura está pronta, basta fazer um cadastro e começar a catalogar produtos. Principais plataformas de Marketplace OLX A OLX vem ganhando muito espaço. É conhecido mundialmente e já está consolidada no Brasil. Mercado Livre O mais famoso dos marketplaces e líder de mercado na América Latina. Tem um público fiel, mas sofre com diversas reclamações e não tem um suporte muito bom. Bom Negócio Fundada em 2011, está procurando seu lugar no concorrido mercado brasileiro. Elo7 Marketplace específico para compra e venda de artesanato, que oferece uma solução completa que oferece desde a criação da loja até o processamento do pagamento. Quais são os tipos de e-commerce? Independentemente do tipo do e-commerce, é importante trabalhar estratégias e campanhas de vendas considerando seus diferentes funis de compra e públicos-alvo que o negócio deseja alcançar. Veja a seguir os principais tipos de e-commerce e suas características! Business to Consumer – B2C O modelo Business to Consumer B2C também é conhecido como e-commerce de varejo e envolve a relação comercial direta entre o vendedor e o consumidor final. O processo de venda acontece, praticamente, 100% digital, exceto a logística de entrega no caso de produtos físicos. Ou seja, um dos principais elementos dessa relação é que o processo de compra é muito simples e os e-commerces B2C devem investir em uma experiência de usuário intuitiva e facilitada. De acordo com o Statista esse é um dos mercados que mais cresce e a previsão é que suas transações alcancem a marca global de 6,3 trilhões de dólares até 2024. Direct to Consumer – D2C O fabricante vende diretamente para o consumidor final. Essa seria a definição resumida do tipo de e-commerce D2C. Sua grande vantagem, para a empresa e o consumidor final, é que os intermediários da venda são eliminados. Assim, o relacionamento é feito diretamente entre a fabricante e o cliente, diminuindo custos de vendas. Todavia, existe a necessidade de investimentos em um processo que não faz parte do core business da empresa. Ou seja, é preciso avaliar os prós e contras desse modelo de e-commerce antes de implantá-lo no negócio. Business to Business – B2B No e-commerce B2B a venda acontece entre duas pessoas jurídicas, ou seja, uma empresa vende para outra. Para criar estratégias de vendas para esse canal, é preciso considerar que compras corporativas normalmente são negociadas em maior volume, portanto seus compradores estão sempre em busca de melhores preços. Além disso, vendas no modelo B2B têm grandes chances de recorrência. Assim, campanhas de fidelização dos clientes podem trazer resultados comerciais significativos. Business to employee – B2E E-commerces B2E focam nas vendas exclusivas ou especiais para colaboradores da empresa. Quando os próprios funcionários de um negócio consomem seus produtos, podem vender e falar de suas experiências de uso com maior propriedade. Além disso, quando as ofertas têm condições e preços especiais, tal canal de vendas pode ser considerado um benefício. Esse mesmo modelo também pode ser usado para gerenciar compras internas, com centros de custos diferentes em empresas de grande porte. Assim, é possível contratar horas de serviço de determinado setor ou adquirir peças do estoque de outra filial, facilitando os processos de intercâmbio interno. Consumer to Business – C2B O tipo de e-commerce intitulado Consumer to Business C2B contempla principalmente a negociação de serviços prestados pelo consumidor para uma marca. A divulgação de um novo produto em suas redes sociais, por exemplo, pode ser uma moeda de troca em que o consumidor recebe uma recompensa pela ação realizada. Consumer to Consumer – C2C O e-commerce C2C foca nas relações comerciais entre dois consumidores finais. Sites como o eBay e Mercado Livre permitem que seus usuários negociem produtos com outros usuários. Nesse caso, a plataforma é remunerada com uma comissão sobre a venda. Para aumentar os ganhos do e-commerce, é preciso atrair um grande número de negociadores, bem como engajá-los a fecharem vendas. Criar ações nas redes sociais, oferecer cupons de desconto e inscrição gratuita são algumas formas de incentivo que podem contribuir para o sucesso. Consumer to Administration – C2A Outro tipo de e-commerce pouco conhecido é o C2A ou consumidor para a administração pública. Essa relação pode ser gerenciada via internet em um site em que a administração pública informa suas demandas e interessados disponibilizam seus serviços ou aceitam as propostas. Business to Administration – B2A Similar ao C2A, o e-commerce Business to Administration vai abrigar as negociações entre empresas e a administração pública, podendo gerenciar as negociações seguindo modelos de licitação, por exemplo. Mobile commerce – M-Commerce No caso do M-commerce, as vendas devem, necessariamente, acontecer em dispositivos móveis como smartphones e tablets. O que difere do e-commerce é que esse modelo de negócio também pode ser usado para compras com desktops e outros gadgets. Social commerce – S-Commerce S-commerces são mais comuns. Esse é o tipo de e-commerce que é viabilizado nas redes sociais. No Facebook e Instagram, por exemplo, é possível criar lojas e vender produtos e serviços. Facebook commerce – F-Commerce F-commerce é o descritivo ou nome dado para a solução de vendas oferecida pelo Facebook. Assim como no caso do S-commerce, esse modelo de vendas deve concentrar seus esforços na promoção de conteúdos relevantes para a venda dos itens da loja virtual da rede social. Além de imagens do produto, um bom marketing de conteúdo para trabalhar temáticas que envolvem seu consumo, estilo e boas práticas de uso. Tutoriais, memes e outros formatos, se compatíveis com o público-alvo, também podem ser usados para aumentar o engajamento. Chat commerce – C-Commerce O C-commerce é um modelo onde seu grande diferencial é o comércio colaborativo. Diferentes usuários se conectam para contratar, comprar ou vender produtos e serviços. Television commerce – T-Commerce A TV digital também pode ser um ótimo canal de vendas, e é o foco do T-commerce que usa programas específicos sobre os produtos ou serviços. Nem todo produto e serviço tem boa conversão nesse formato de e-commerce, por isso, é preciso fazer uma pesquisa prévia sobre os hábitos e comportamentos do público-alvo da campanha para avaliar se o canal terá sucesso para as vendas. Subscription commerce – Clube de assinaturas O Subscription Commerce comercializa assinaturas de serviços e tem diferentes modelos ou proposta de valor. O primeiro é quando o cliente assina um pacote prolongado para ter o benefício do desconto, ou seja, um preço mais barato do que se fosse comprar de forma avulsa. Também existe o subscription commerce que foca na curadoria. Nesse caso, um especialista faz uma seleção especial de produtos e disponibiliza para os assinantes. E, por fim, também é possível trabalhar com o modelo de membership, em que somente os assinantes têm acesso aos produtos e diferenciais. Cada modelo de subscription commerce vai funcionar melhor com um público e serviço. Por isso, para elaborar uma estratégia de vendas, é preciso fazer um estudo de qual deles teria mais receptividade e sentido para os leads. Infoprodutos Esse tipo de e-commerce é focado na oferta de infoprodutos. Mas, para aumentar sua conversão, pode ser interessante trabalhar estratégias de e-mail marketing, newsletter ou, até mesmo, criar um blog para gerar conteúdos relacionados que eduquem os potenciais compradores e, posteriormente, os direcionem para a conversão. Dropshipping O e-commerce trabalhado com dropshipping também vai ter um funcionamento similar ao de infoprodutos. Ou seja, ele será um canal para a conversão da venda, mas as demais etapas da compra serão realizadas em outro endereço, por outros responsáveis pelo envio do produto, por exemplo. Como surgiu o e-commerce A história do e-commerce, além de muito curiosa, é bem mais longa do que você pode imaginar. Suas origens mais embrionárias supostamente vêm do início da década de 1970 quando alunos da universidade de Stanford e do MIT usaram a ARPANET – uma espécie de antecessora da Internet, desenvolvida pelo Departamento de Defesa dos EUA – para comercializar maconha entre si. A primeira demonstração real de um sistema de compra e venda online, porém, só aconteceu anos depois. Em 1979, Michael Aldrich, renomado empreendedor e executivo do ramo de TI, apresentou um projeto que permitia fazer compras online por meio de uma televisão modificada, que ele chamou de Videotex. Michael Aldrich e o Videotex Esse precursor do e-commerce foi chamado de teleshopping. Porém, apesar do nome, não confunda com aquela prática de ver os produtos na televisão e ligar para comprar! Esse estilo “Polishop” de negócios é chamado de telesales. Dois anos depois, o primeiro sistema de online shopping B2B foi instalado. Ele foi utilizado pela empresa Thomson Holidays UK, do ramo de turismo. É interessante mencionar que, embora o sistema de compra e venda pela Internet tenha sido implementado em 1981, foi apenas em 1995 que a empresa lançou seu primeiro website. Ou seja, nessa época, os dois elementos não estavam necessariamente associados, como é mais comum de acontecer hoje em dia. Além disso, o acesso aos sistemas de online shopping ainda era muito restrito. Por isso, somente empresas utilizavam. Na realidade, a primeira pessoa no mundo a fazer uma compra pela Internet a partir de sua própria casa como todos nós estamos acostumados a fazer atualmente foi a usuária Jane Snowball, em Junho de 1984. O fato foi tão marcante que ela foi entrevistada enquanto fazia sua compra através do Videotex. Então, em 1990, tivemos o histórico lançamento do primeiro buscador da web, o WorldWideWeb, criado por Tim Berners-Lee. Nesse momento, navegar na Internet tornou-se uma atividade mais simples e acessível para os usuários comuns, em suas casas. A partir de então, a evolução das compras online acelerou. Em 1992, foi criado o primeiro website comercial, que vendia livros online e processava os pagamentos com cartão de crédito. Em 1995, foram fundadas as gigantes Amazon e eBay. Em 1999, foi estabelecido o grupo Alibaba, na China. E o resto é história. Visual inicial da Amazon E-commerce no Brasil No Brasil, a história do e-commerce começa mais ou menos na mesma época do surgimento da Amazon e do eBay nos Estados Unidos. Apesar de não existir uma confirmação oficial, o Booknet é considerado a primeira loja virtual brasileira. Criada em 1995 pelo empreendedor e pioneiro Jack London, o site era um retrato clássico dos avanços tecnológicos da época. Nenhuma preocupação com layout ou muito menos experiência do usuário. Mas eram outros tempos e o movimento já era revolucionário com um acervo de inúmeros livros, London utilizava o espaço até mesmo para reunir indicações de jornalistas e escritores para os visitantes. Ou seja, de certa maneira, ele já pensava em como potencializar as suas vendas online. Outra característica interessante do empreendimento é a oferta de frete grátis para as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, algo muito comum hoje em dia. A ideia era promissora, o que resultou na venda do e-commerce e mudança de nome para Submarino, que depois foi comprada novamente e passou a fazer parte do Grupo B2W, ao lado da Quatro anos depois do início da jornada com o Booknet, outros players começaram a fazer parte do cenário, como o Mercado Livre, uma versão brasileira do eBay. Mas o estabelecimento da internet foi apenas a partir dos anos 2000, quando a internet começou a se popularizar. Para se ter ideia, uma notícia do Estado de S. Paulo mostra que o volume de vendas foi de 1,9 bilhão de reais. Atualmente, porém, o cenário é bastante diferente e muito mais promissor. De acordo com um relatório feito pela Ebit/Nielsen, o crescimento de 2021 é 26%, alcançando a marca de mais de 100 bilhões de reais. Com a transformação digital, a tendência é que esse cenário seja ainda mais promissor, consolidando de uma vez por todas o tamanho do e-commerce no Brasil. As principais tendências para o e-commerce brasileiro em 2023 O crescimento é propício para que mais players passem a fazer parte desse cenário. Isso não significa, porém, que os empreendedores e gestores não devam ficar atentos aos desafios e tendências do e-commerce brasileiro para os próximos anos. Que tal conhecer algumas delas? Integração entre físico e digital A jornada de compra deve ser cada vez mais integrada entre o físico e o digital. Permitir que o usuário compre online e retire o produto em uma loja física é um exemplo das muitas alternativas. O mais importante é garantir que o consumidor tenha diferentes opções, sempre de acordo com as suas demandas e preferências. Investimento em logística A logística é uma questão fundamental quando se fala em e-commerce. Não à toa, grandes marcas estão investindo em fretes mais baratos e com prazos mais curtos. A ideia é otimizar a experiência do consumidor e garantir que a jornada de compra digital seja cada vez mais próxima do que é proporcionado em lojas físicas agilidade e praticidade. Uso das redes sociais O conceito de social selling ganhou ainda mais relevância com o período de isolamento social a partir de 2020. Assim, é fundamental que as marcas passem a utilizar as redes sociais como plataformas para interação com os consumidores em potencial. As alternativas não faltam além do Facebook e do Instagram, as marcas ganharam canais como o TikTok para a promoção dos seus produtos. Quais as vantagens e desvantagens do e-commerce Por que o consumidor escolhe o e-commerce, em detrimento de uma loja física? Em primeiro lugar, porque os preços costumam ser mais baratos. Afinal, um e-commerce tem menos custos, pois não deve aluguel de loja, salário e comissão de vendedores. Em segundo lugar, porque é mais prático, especialmente para o consumidor que gosta de comparar preços. De acordo com uma pesquisa realizada pela Global Online Consumer Report 2017, as três principais vantagens apontadas pelos consumidores são possibilidade de compra a qualquer hora conveniência;comparação de preços preço;melhores preços preço. Apesar de o preço ser um dos principais motivos, a conveniência ainda se destaca nesse cenário, indicando a necessidade do foco na experiência do cliente no momento da aquisição. Outra informação importante sobre os benefícios desse tipo de negócio o e-commerce oferece um alto potencial de vendas. Para comprovar o potencial desse modelo, confira os dados a seguir As vendas em e-commerce no ano de 2019 representaram 14% do total de vendas de varejo no mundo Statisa;Só na Black Friday de 2019 foram movimentados mais de R$ 3,87 bilhões em compras nos e-commerces brasileiros E-commerce Brasil;Faturamento do comércio eletrônico no Brasil cresce 18% e projeta-se um lucro de R$ 81,3 bilhões em 2019 ABComm;Em pesquisa de 2015, nosso país foi apontado como o 10º maior mercado de e-commerce do mundo. Você pode conferir nesse incrível infográfico da MarketingProfis! Porém, ainda existem dois fatores que levam o consumidor a não fazer compras online. O primeiro é a questão da segurança. O segundo é o tempo de espera da entrega, muito maior do que simplesmente ir a uma loja e voltar para casa com o produto. Existem estratégias que ajudam a derrubar essas objeções e vamos falar sobre elas mais à frente. Comparação entre os tipos de e-commerce Nós já mencionamos que existem diferentes tipos e-commerce, sendo, um deles, o próprio marketplace. Porém, também existem outras categorias de comércio eletrônico que podemos explorar. Entenda mais sobre cada uma delas E-commerce B2B x E-commerce B2C O e-commerce B2B Business to Business é utilizado por empresas cujos principais clientes são outras empresas. Em geral, ele dedica-se a vender maquinários ou matérias-primas, embora também possa vender produtos acabados. A principal questão é que, devido ao porte das transações realizadas por meio desse tipo de e-commerce, ele exige um sistema mais complexo. O sistema de um e-commerce B2B precisa ser preparado para trabalhar com variáveis na tabela de preços, nas condições de pagamento, nas regras de pedido mínimo, nas aprovações de cadastro e limite de crédito, nos impostos e no frete. Ou seja, todos os mesmos fatores que, em uma transação normal, seriam avaliados pelo vendedor, precisam ser analisados pelo sistema. O e-commerce B2C, ou Business to Client, é utilizado por empresas que vendem diretamente ao consumidor final. Não existem limites para os tipos de produtos que podem ser vendidos nessa categoria móveis, roupas, medicamentos, eletrônicos, alimentos, serviços. Categorias de e-commerce E-commerce Atacadista x E-commerce Varejista O e-commerce atacadista trabalha com venda em grandes quantidades. A principal implicação desta categoria, como você pode imaginar, é na logística de entrega. Devido ao volume, é preciso contar com bons parceiros para o transporte. Para simplificar o processo, é comum que o e-commerce atacadista ofereça a possibilidade de comprar online e retirar pessoalmente, na loja física. Por outro lado, como as lojas virtuais tipicamente conseguem oferecer preços mais baixos nos produtos devido à menor incidência de custos, é nesse ponto que ela ganha de um concorrente com loja física. O e-commerce varejista é mais comum. Observe que ele enfrenta suas próprias dificuldades. Para exemplificar, podemos levantar a questão do estoque. O varejista tipicamente não possui um grande estoque de produtos, pois ele trabalha com vendas em pequena quantidade. Em uma loja física, isso não causa tantos problemas, pois a falta de estoque será imediatamente constatada e informada ao cliente. Porém, no caso de uma loja virtual, é preciso que o sistema de venda seja capaz de conversar com um controle de estoque ou tenha tal controle embutido para evitar que sejam realizadas vendas que, depois, não poderão ser atendidas. É devido a esse tipo de situação que, embora seja muito fácil criar um e-commerce, não é tão simples criar um bom e-commerce. E-commerce de produtos físicos x E-commerce de produtos digitais Em geral, quando pensamos em e-commerce, imediatamente lembramos dos produtos físicos. Não existe muito a explicar aqui, já que estamos acostumados com essa categoria. Porém, ela se torna muito mais interessante quando comparamos a um e-commerce de produtos digitais. O e-commerce de produtos digitais é aquele que vende ou aluga, essencialmente, conteúdo e informação. Estamos falando de filmes digitais, e-books, cursos à distância, softwares ou games, por exemplo. Em comparação com o e-commerce de produtos físicos, essa categoria supera muitos problemas. Estoque e logística, por exemplo, são completamente eliminados do fluxo de trabalho. Não há limites para o quanto você pode vender e não existe “entrega”, no sentido formal. Porém, essa categoria enfrenta seu próprio dilema. Trata-se da pirataria. É preciso tomar medidas para evitar que o produto oferecido seja copiado e distribuído, do contrário, as vendas despencam e o prejuízo é certo. Além disso, o e-commerce de produtos digitais enfrenta uma concorrência maior, já que muitos de seus produtos podem ser obtidos, legal ou ilegalmente, de forma gratuita. Quais são as redes de e-commerce que mais crescem no Brasil? Saber quais e-commerces mais crescem no Brasil é essencial para entender em qual alternativa apostar para anunciar seus produtos e abrir sua loja no varejo digital. Em 2022, conforme pesquisa da AAA Inovação — empresa de consultoria e inovação no meio digital — a Shopee foi a que apresentou maior taxa de crescimento, chegando a aproximadamente em relação a 2020. Isso levou a empresa a alcançar perto de 5% de todo mercado brasileiro de comércio virtual, conforme apresentado no relatório do Goldman Sachs. Apesar dos dados surpreendentes da Shopee, também há ótimos resultados de players brasileiros. As Casas Bahia apresentaram números que indicam um crescimento de 113% para o mesmo período. Outros e-commerces que merecem destaque são Magazine Luiza, Samsung, Extra e a Amazon Brasil, obtendo um desenvolvimento acima dos 50%. Na sequência, aparecem Americanas, Aliexpress e Mercado Livre, com um desempenho de 36%, 33% e 12%, respectivamente. Vale destacar que o crescimento no período não representa o total de market share que a empresa detém, apenas indica uma tendência de migração do público para aquela área específica. Quais são as categorias dos e-commerces com maior crescimento? Agora que você já conhece os principais e-commerces que pode utilizar para abrir seu negócio no meio digital, é importante entender quais as categorias que estão atraindo o interesse dos consumidores. Desse modo, é possível direcionar seus esforços para a venda de produtos que já apresentam uma boa aceitação no mercado. Importados O segmento de importados apresentou um crescimento de 92% em 2021, utilizando como período de referência o ano de 2020. Tal resultado pode estar associado ao desempenho da Shopee e da entrada dessa empresa no mercado brasileiro, trazendo especialmente produtos importados. Nessa categoria estão inclusos diversos itens de consumo, como perfumes, roupas, acessórios, objetos automotivos, eletrônicos e demais produtos que, normalmente, são leves e contam com um frete mais barato. Pet Um dos grandes mercados brasileiros é o de cuidados com os pets. Esse segmento ainda está focado em cães e gatos, mas já existem empresas que atendem às necessidades de outros bichinhos. O crescimento de 88% em 2021, em comparação a 2020, demonstra a preocupação dos consumidores quanto aos cuidados com seus animais de estimação. Além da alimentação, há espaço no mercado para brinquedos, itens de higiene e demais opções para melhorar a qualidade de vida dos animais domésticos. Casas e móveis Por conta da pandemia, muitas pessoas adquiriram o hábito de ficar um bom tempo em casa. Isso significa que itens domésticos e móveis entraram na lista de prioridades dos consumidores. Afinal, com mais tempo sem sair, é normal querer um espaço mais aconchegante e confortável. Essa necessidade fez com que o segmento fosse o terceiro colocado em termos de crescimento entre 2020 e 2021, alcançando um valor de 87%. Nessa categoria, podemos listar desde os itens para a cozinha e acessórios para o preparo dos alimentos até opções de cama e banho. Saúde Além de mudar a relação das pessoas com a própria casa, a pandemia também fez com que muitos indivíduos apresentassem um novo olhar para as questões de saúde. Desse modo, o mercado de cuidados com o bem-estar pessoal ganhou grande destaque. Com um crescimento de 65% no período em questão, há uma grande demanda por itens de ginástica, suplementos alimentares e remédios comercializados pelo meio digital. A partir do avanço tecnológico e do surgimento de receitas e prontuários digitais, é possível comprar diversos tipos de remédios em casa e encaminhar a receita de modo online. Moda e acessórios Beleza, moda e acessórios não poderiam ficar de fora dessa lista. Com um crescimento de 63%, esse mercado está ganhando cada vez mais consumidores em busca da facilidade e dos bons preços que o meio digital oferece. Além disso, comprar pela internet permite que você tenha acesso a marcas que atuam de maneira nichada. Por isso, é possível atender a públicos com interesses específicos, como gestantes, atletas, moda plus size e demais opções, e precificar conforme o grau de exclusividade dos itens disponíveis. Agora que você sabe o que é um e-commerce e entende melhor as proporções desse segmento, pode estar tentado a entrar no mercado de online shopping. Por outro lado, também estará se perguntando como fazer isso, pensando quais são as barreiras de entrada a um empreendedor iniciante. Se você trabalha com marketing também precisa ter um bom entendimento de como é o processo de estabelecimento destas empresas. Então, vamos lá. 1. Criando o site Felizmente, criar um e-commerce já não é mais tão difícil quanto foi um dia. Pelo menos, do ponto de vista técnico. Você pode optar por uma plataforma ou criar uma loja virtual a partir de um CMS. Se quiser fazê-lo a partir de uma plataforma, algumas das mais conhecidas do mercado são Nuvemshop e Nuvemshop Next esta última com foco em negócios complexos;Tray;Loja Integrada. Caso prefira um CMS, aqui na Rock Content, nós sempre recomendamos o WordPress como a plataforma ideal para quem deseja ter um website e/ou um blog. Mas a mesma sugestão pode, também, ser feita para quem sonha abrir um e-commerce. Existem vários temas do WordPress voltados a essa finalidade, alguns deles são gratuitos e, para customizar e instalar, basta ter um pouco de paciência. Um bom exemplo é o ShopKeeper, considerado pelo site ColorLib o mais popular de 2017 na categoria e-commerce. Divulgação do ShopKeeper Entretanto, isso não significa que você pode tratar a questão de maneira displicente. Lembre-se de que um e-commerce precisa ser atraente e funcional. Um traço indispensável é a boa organização dos produtos, usando categorias e subcategorias fáceis de entender. Você deve garantir que o cliente consiga encontrar o que deseja rapidamente. Confira também o nosso vídeo exclusivo sobre como escolher a plataforma de e-commerce certa para você! 2. Escolhendo o servidor Pensando em escalabilidade, você também deve se precaver contra problemas técnicos, investindo em um bom servidor. Isso evitará problemas típicos de um e-commerce mal planejado, como lentidão no carregamento de páginas ou o site “caindo” quando muitas pessoas tentam acessar ao mesmo tempo. 3. Planejando o sistema de cobrança E qual é o calcanhar de Aquiles de um e-commerce? O sistema de cobrança. Ele precisa ser extremamente seguro, já que seus clientes colocarão dados pessoais e bancários nesse sistema. Entre as opções disponíveis, temos a criação de um sistema direto, que em Inglês é chamado de “seamless”, ou “transparente”. Isso significa que o “caixa” fica dentro do próprio site do e-commerce. Outra opção é o uso de um meio indireto de pagamento, em que o “caixa” é um subadquirente – ou seja, uma terceira parte, como o PagSeguro ou o PayPal, por exemplo. O sistema direto tem como vantagem o fato de ser mais rápido e prático para o checkout do cliente. Porém, muitos usuários podem ficar desconfortáveis em colocar seus dados bancários no sistema de um site desconhecido. Por esse motivo, para um e-commerce pequeno que ainda não tem reputação online, o uso de um subadquirente pode eliminar algumas objeções que entravam as vendas. Não há como negar que o uso de um sistema direto aumenta muito a responsabilidade do e-commerce sobre a segurança digital do site. Sistemas de pagamento 4. Fazendo a gestão de estoque e logística de entrega Apesar de todos os pontos que enumeramos até aqui, talvez os maiores desafios de criar um e-commerce não tenham nada a ver com a criação da loja virtual em si. Os verdadeiros pontos críticos estão, como já mencionamos, na gestão de estoque e logística. Para ter sucesso, é preciso saber estimar bem a demanda dos produtos, evitando que estes fiquem em falta e causem “vendas perdidas”. O excesso também é um problema, pois causa “encalhe”, obrigando o e-commerce a realizar promoções e ofertas para não sair no prejuízo. Aliás, todo consumidor experiente em compras online sabe que as melhores pechinchas são encontradas, justamente, pesquisando os produtos típicos de encalhe. E não se esqueça de planejar bem a armazenagem dos produtos. Certos itens exigem condições especiais de estocagem. Por fim, a partir de determinado volume de vendas, você provavelmente precisará de um espaço dedicado à armazenagem, como um galpão. Hoje em dia, você pode terceirizar esse serviço. Além disso, você deve ter boas opções para o transporte. Muitos e-commerces pequenos utilizam os correios, que é amplamente acessível. Porém, é preciso levar em consideração a adequação desse transporte ao tipo de produto que está sendo despachado e o grau de urgência dos clientes. A parceria com transportadoras deve ser feita com base em volume de despachos; isso pode garantir fretes mais baixos, uma vantagem para o cliente que se converte em diferencial competitivo para sua loja. Outro ponto crucial é a área de cobertura da transportadora, para garantir que seja compatível com a localização dos seus clientes. 5. Organizando o atendimento ao cliente Finalmente, é indispensável ter canais para a comunicação com os clientes, para receber feedback. Um comprador insatisfeito precisa ter uma forma de entrar em contato com o e-commerce e solicitar a troca ou reembolso. Se estes canais não existirem, ou forem ineficazes, logo surgirão reclamações online em sites como o Reclama Aqui, e a reputação da loja virtual despencará. E, perdida a confiança do usuário, o reflexo negativo certamente virá sobre as vendas e o faturamento. Quais as métricas de e-commerce Assim como qualquer negócio, o e-commerce exige monitoramento constante. O objetivo é identificar o que está dando certo ou não, ajustar a estratégia, perceber alterações de desempenho para reagir rapidamente e, de uma forma geral, otimizar os resultados continuamente. Existem inúmeras métricas dentro de uma empresa e seria impossível acompanhar todas elas. Por isso, é necessário selecionar as mais relevantes. No caso de um e-commerce, podemos destacar sete métricas principais. 1. Tráfego do site Se as pessoas não chegam ao e-commerce, obviamente, elas não podem comprar. Monitorar quantos usuários acessam o site do e-commerce ajudará a determinar estratégias para atrair mais visitantes, como melhorias no SEO e criação de referências pela web através de backlinks. O tráfego pode ser monitorado diariamente, mas, para e-commerces de menor escala, um acompanhamento semanal pode ser o suficiente. 2. Visitantes únicos vs. Visitantes recorrentes Receber um milhão de acessos no seu e-commerce parece ótimo, certo? Porém, cuidado! Se todos esses acessos forem únicos, e nenhum recorrente, provavelmente sua loja virtual está com algum problema. Essa métrica indica se os usuários voltam ao site dentro de um determinado período. Se a proporção de visitantes recorrentes for muito baixa, talvez o site seja pouco funcional ou não atenda às expectativas de compra dos consumidores. Outras métricas que também ajudam a identificar esses problemas são o tempo de navegação no site e o número de páginas visualizadas por visitante. 3. Fontes de tráfego Se você sabe que as pessoas estão chegando ao seu e-commerce, isso é bom. Porém, é ainda melhor saber como elas estão chegando lá. Ao descobrir as principais fontes de tráfego, você pode ajustar sua estratégia para explorá-las ao máximo. Colocando de maneira simples descubra o que está dando certo e faça mais disso. É claro que também é útil identificar de onde os usuários não estão vindo. Talvez você esteja investindo muito tempo e/ou dinheiro em anúncios patrocinados, por exemplo, sem obter retorno. Então, você pode mudar a forma como este recurso está sendo explorado. 4. Conversão Uma conversão, no e-commerce, na maioria dos casos significa compra. Quantos usuários chegaram até suas páginas e realmente fizeram uma compra? Ou seja quantas visitas realmente viraram vendas? Essa métrica é essencial para analisar a efetividade de suas páginas e estabelecer melhoria nas oportunidades de conversão. Ainda não sabe qual sua taxa de conversão? Calcule agora mesmo com a Calculadora de Conversão para E-commerce. 5. Quantidade e qualidade das avaliações de produtos Como explicamos, as avaliações de produtos são conteúdo gerado pelos próprios usuários. Portanto, você não controla diretamente a sua produção. É justamente por isso que elas podem ser consideradas um indicador interessante de engajamento dos clientes, além de permitir uma avaliação parcial dos níveis de satisfação e insatisfação. É importante reforçar que você deve estar atento a cada avaliação publicada no seu site. Em primeiro lugar, elas são importante fonte de informações para tomar decisões como tirar um item do catálogo ou mudar de transportadora. Em segundo lugar, é preciso moderar eventuais comentários que possam ser ofensivos. 6. Abandono de carrinho Talvez essa seja a métrica mais relevante para um e-commerce. O abandono de carrinho é aquela situação em que o usuário coloca itens no carrinho virtual mas não finaliza a compra. Muitos fatores podem acarretar nessa desistência, como o custo final do frete ou o tempo de entrega. A grande maioria dos e-commerces tem maneiras de, automaticamente, enviar um lembrete ao usuário que abandonou o carrinho. Alguns, inclusive, enviam esse lembrete acompanhado de alguma condição especial — como um desconto — para o fechamento do pedido. Aprenda como reduzir o abandono de carrinho com o ebook completo sobre o assunto! 7. Tempo médio de resposta Quanto tempo seu e-commerce leva para responder a uma pergunta ou solicitação enviada pelos canais oficiais de comunicação? Essa métrica de atendimento ao cliente permite identificar um possível descaso, desorganização ou a necessidade de aumentar a quantidade de atendentes. E lembre-se de que a agilidade no atendimento está diretamente relacionada à satisfação do cliente. Vários e-commerces utilizam um chat no site para agilizar o tempo de resposta. Nesse caso, é mais interessante acompanhar a fila de atendimento ao longo do dia. É possível que, em alguns horários, a fila fique mais longa. Durante esses picos, analise a possibilidade de colocar mais colaboradores no atendimento. Além do tempo médio de resposta, outra métrica essencial do atendimento ao cliente no e-commerce é o tempo médio para resolução de reclamações. Esse indicador é mais complexo, e pode ser subdividido conforme algumas categorias de problemas, como produto com defeito, produto enviado incorretamente, atraso na entrega, entre outros. 8. Competitividade dos preços Não é surpresa que um dos principais fatores que levam o consumidor a escolher este ou aquele e-commerce é o preço. É graças a esse fator que surgiram empresas como o Buscapé, especializadas em fazer comparação de preços entre vários e-commerces. Sabendo disso, é indispensável monitorar o mercado, analisando como o preço oferecido aos clientes se compara aos concorrentes. Ainda em relação ao preço, vale mencionar que os e-commerces precisam ser dinâmicos. É por isso que os gigantes do segmento estão sempre desenvolvendo alguma ação de vendas. Em vários casos, essas ações não duram mais do que um dia – você já reparou que muitas lojas virtuais têm uma seção específica de ofertas que são alteradas a cada 24 horas? Esse dinamismo garante que o e-commerce aproveitará todas as oportunidades para vender mais. Se o preço abaixa e a margem de lucro diminui, pelo menos a loja ganha em volume! Quais as melhores estratégias de marketing para e-commerce Algumas estratégias podem ajudar um e-commerce a decolar, tornando-se um negócio de alto faturamento, como os exemplos que você viu no item anterior. Muitas dessas estratégias são lições aprendidas justamente com as lojas virtuais mais consolidadas, ideias que deram certo e podem ser replicadas. 1. Fazer uma segmentação dos clientes Para um e-commerce que trabalha com diferentes tipos de produtos, a segmentação dos clientes é estratégia indispensável. Essa segmentação será feita com base em informações cadastrais do perfil individual – como sexo ou idade, por exemplo – mas, também, com base em informações coletadas a partir da interação do usuário com a própria loja virtual. É por meio dessa segmentação que um site como o Submarino pode enviar e-mail marketing personalizado, com ofertas diferenciadas para o usuário que demonstrou interesse em televisores, ou em brinquedos, ou em vinhos. Uma das principais responsáveis por fazer essa estratégia funcionar é a tecnologia de cookies. 2. Apostar em Marketing de Conteúdo O Marketing de Conteúdo é outra estratégia de alto potencial para alavancar um e-commerce. Enquanto algumas pessoas podem achar que o conteúdo vai distrair usuários dos produtos, o que realmente acontece é o contrário. Bons artigos podem servir como ponte para levar mais visitantes ao e-commerce. Os melhores exemplos são reviews e comparativos de produtos ou artigos explicando como usar os itens vendidos pelo e-commerce. Não seria possível explicar com detalhes tudo sobre o Marketing de Conteúdo dentro desse artigo — acredite, é muita coisa! Por isso, recomendo que você assiste esse vídeo com uma síntese do assunto Para complementar, vamos destacar os pontos principais para colocar uma estratégia de conteúdo em funcionamento, dentro do contexto de um e-commerce. Persona O primeiro passo é definir quem é a sua Persona, ou seja, com quem o seu conteúdo vai dialogar. Essa definição está muito relacionada com o conceito por trás do seu e-commerce. Que tipo de produto vocês vendem e para quem? Um e-commerce de roupas masculinas vai dialogar com um público muito diferente de um e-commerce de roupas femininas, ou de varas de pescar, ou de insumos para produção de vassouras. Porém, tenha cuidado! O processo para definir a persona não é igual a definir o perfil do cliente. Ele precisa ser muito mais detalhado. Chamamos de persona exatamente porque você precisa idealizar uma pessoa específica. Além de levantar dados como faixa etária, gênero ou profissão, também será preciso pensar em seu estilo de vida, interesses pessoais e dificuldades. Dessa forma, você vai produzir conteúdos muito mais direcionados e eficientes. Definição de pautas Depois de definir a persona, outro passo importante é estruturar as pautas. Não basta levantar assuntos interessantes; as pautas precisam se encaixar dentro do funil de vendas. Em outras palavras, elas precisam conduzir o usuário desde o estágio da curiosidade até o momento em que ele esteja bem informado e confiante para fechar a compra. Por isso, algumas pautas serão mais amplas e com uma abordagem mais superficial do tema, enquanto outras vão tocar em pontos específicos e trazer um olhar aprofundado. Além disso, também é indispensável que os conteúdos sejam produzidos de maneira a construir um relacionamento com o usuário. Para que ele se converta em um cliente ativo e fiel, ele deve sentir que sua empresa é confiável, entende do assunto e conduz seu trabalho de maneira profissional. Calendário editorial Finalmente, outro ponto essencial no Marketing de Conteúdo é estabelecer um calendário de publicações. Essa ferramenta vai facilitar a organização da equipe responsável por produzir o conteúdo, além de gerar uma consistência que aumenta o interesse do usuário. Ele vai retornar mais vezes, pois sabe que seu e-commerce sempre publica algo novo. E, quanto mais ele volta, mais ele compra. Vale a pena lembrar, também, que o Marketing de Conteúdo engloba diferentes mídias sociais. Isso permite que o e-commerce dialogue com o público através de outros canais, como a Fan page do Facebook, Instagram ou Youtube. Basta escolher quais deles serão mais interessantes para o perfil do negócio e, claro, de seus clientes. Conteúdo gerado pelo usuário Ainda dentro da questão do Marketing de Conteúdo, uma ideia válida é apostar em User Generated Content – conteúdo gerado pelos usuários. No caso de um e-commerce, o exemplo clássico são as avaliações de quem comprou o produto. A vantagem desse tipo de conteúdo é que ele possui alta credibilidade para os visitantes do seu site. Uma avaliação positiva pode gerar várias outras vendas. 3. Aumentar o ticket médio Outra estratégia típica do e-commerce é trazer, na página dos produtos, opções para o usuário comprar mais. Em termos técnicos, chamamos de “aumentar o ticket médio”, ou seja, aumentar o valor médio que um cliente gasta por compra. É por isso que geralmente encontramos sugestões do tipo “Quem viu esse produto, também viu”, ou “Quem compra esse produto, também compra”, ou até mesmo “Compre junto”. Basicamente, essa estratégia funciona como a organização das vitrines ou prateleiras de uma loja real, tentando levar o consumidor a comprar por impulso. É claro que essas sugestões precisam ser coerentes com o perfil do usuário, para aumentar a probabilidade de que ele realmente se interesse pelo que está sendo oferecido. 4. Fidelizar os clientes Enquanto essa estratégia é útil para levar o consumidor a comprar mais de forma imediata, existe uma estratégia para leva-lo a voltar mais vezes e comprar de novo. Trata-se dos cupons de desconto e dos programas de fidelidade. Essas não são estratégias exclusivas do e-commerce, mas ficaram muito mais práticas através do ambiente digital. Logo depois de finalizar uma compra, o cliente já pode receber em seu e-mail um código para 10% de desconto, por exemplo. Ou, em outro caso, no próprio carrinho de compra ele pode optar por utilizar os pontos acumulados no programa e abater no valor final. Algumas lojas virtuais também apostam no envio de amostras grátis junto com o pedido do cliente. Assim, ele tem a oportunidade de conhecer mais produtos e pode decidir comprar a versão original. Além de tudo, essas estratégias ainda melhoram a satisfação do cliente em relação ao atendimento do e-commerce, pois ele se sente mais valorizado e sente que recebeu mais valor agregado em sua compra. 5. Inovar na categorização dos produtos dentro do site Continuando, vamos a mais uma estratégia de e-commerce? Trata-se de criar categorias de produtos sazonais, como “Páscoa”, “Natal” ou “Dia das Mães”. Essas categorias agrupam produtos diferentes, mas que possuem um tema ou utilidade em comum. Na maioria dos casos, o foco é em presentes. Isso facilita muito a navegação do usuário, especialmente no caso de quem precisa comprar um item para certa ocasião, mas ainda não decidiu exatamente qual será. Para tornar essa estratégia ainda mais efetiva, o e-commerce ainda divide os produtos dessas categorias por faixa de preço, como “até 100 reais” e “até 200 reais”. 6. Simular experiências de compra em loja física Ainda temos mais uma sugestão. Uma das estratégias mais recentes, tendência usada por e-commerces como o é a possibilidade de o usuário fazer uma contraproposta ao preço de um produto. Assim, é uma simulação da negociação que poderia ocorrer com o vendedor em uma loja física. Essa estratégia permite que a experiência de compra se torne mais dinâmica, além de aumentar o valor percebido pelo cliente na interação com a loja virtual. Principais empresas de e-commerce O e-commerce se expandiu para o mundo todo, desde a década de 1990. E, graças ao potencial de escalabilidade e lucro, algumas das maiores empresas da atualidade se estabeleceram dentro dessa modalidade de atuação. Temos inúmeros casos de sucesso, tanto no Brasil quanto fora dele. Fizemos uma lista, para que você conheça os principais players desse mercado. Maiores e-commerces do Brasil Em 2016, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo publicou um estudo que apresenta as 50 maiores empresas de e-commerce do Brasil. 1. B2W Digital O 1º lugar ficou com o grupo B2W Digital. Talvez você não conheça esse nome, mas certamente já acessou algum dos e-commerces que ele engloba Submarino, Shoptime e Sou Barato são as mais populares. Sozinho, o grupo faturou mais de R$10 bilhões em 2015. 2. O 2º lugar pertence a outro grupo, o Com quatro e-commerces – e Barateiro -, ele bateu mais de R$3,4 bilhões de faturamento em 2015. 3. Magazine Luiza O 3º lugar ficou com a Magazine Luiza que, além de seu próprio e-commerce, também controla a loja virtual Época Cosméticos. Seu faturamento em 2015 ultrapassou R$2 bilhões. Dentro da mesma faixa, temos o 4º lugar, que ficou com o e-commerce Privalia, e o 5º lugar, que ficou com o Grupo Netshoes Netshoes e Zattini. 4. Outros destaques Outros nomes conhecidos que figuram dentro dessa lista são a Dell computadores, Saraiva e Livraria Cultura livros e papelaria, Ultrafarma medicamentos, Renner roupas, Mobly e Madeira Madeira móveis. A título de curiosidade, o último lugar dessa lista foi para o e-commerce Terra dos Pássaros, especializado – você acertou – em produtos para criar pássaros. Apesar do nicho especializado da empresa, ela conseguiu faturar mais de R$4 milhões em 2015. Maiores e-commerces do Mundo Outro dado interessante foi levantado pelo site CupoNation. A pesquisa levantou os e-commerces mais acessados no Brasil, e vários deles são internacionais. Dentro dos maiores e-commerces do mundo que selecionamos, com certeza você se familiarizará com mais de um deles, confira! 1. Amazon A Amazon, fundada por Jeff Bezos, é reconhecida como a maior varejista online do mundo. Não é por menos que é um dos comércios eletrônicos que mais cresce na atualidade, apenas em 2018, seus rendimentos cresceram mais de 38% Statisa. Além disso, apenas aqui no Brasil, no mês de setembro, próximo ao lançamento do Amazon Prime, a empresa conquistou o total de mais de 49,2 milhões de visitantes em seu website Valor Investe. 2. Alibaba O Aliexpress que faz parte do grupo chinês Alibaba, alcança mais de 16 milhões de acessos por mês somente em território brasileiro. Um fato importante é que o e-commerce possibilitou que práticas de importação e exportação se disseminassem ainda mais. Aquele consumidor que precisa de um certo produto pode comprá-lo diretamente de um fabricante no Japão ou na China. Várias barreiras, incluindo a língua e a burocracia, foram vencidas graças às lojas virtuais. 3. Walmart Anualmente, a revista Forbes divulga uma lista com os maiores varejistas do mundo. Não é surpresa que essa lista seja dominada por empresas que trabalham com e-commerce paralelamente às lojas físicas ou não. E então, já dominou os conhecimentos básicos sobre um e-commerce? Então, que tal avançar um pouco mais e tornar-se um especialista? Aproveite o embalo este material em que ensinamos tudo sobre a criação de um e-commerce, mostrando os todos os passos necessários e como fidelizar seus clientes. Confira!
- Kumpulan contoh soal PAT Bahasa Inggris kelas 10 semester 2 beserta kunci jawaban dapat dipakai siswa sebagai bahan belajar sebelum soal mata pelajaran Bahasa Inggris kelas 10 SMA semester 2 dalam Kurikulum Merdeka ini dapat digunakan oleh guru untuk mengevaluasi pembelajaran yang telah dilakukan. Adapun, beberapa materi Bahasa Inggris Kelas 10 SMA/Sederajat yang diajarkan dalam Kurikulum Merdeka diantaranya adalah soal beberapa teks soal kegiatan sehari-hari, kosakata baru terkait kegiatan tersebut, hingga berlatih membaca, menulis dan mendengar. Sementara itu, Kurikulum Merdeka merupakan kurikulum dengan pembelajaran intrakurikuler yang beragam di mana konten akan lebih optimal agar peserta didik memiliki cukup waktu untuk mendalami konsep dan menguatkan kompetensi. Contoh Soal PAT Bahasa Inggris Kelas 10 Semester 2 dan Jawabannya Why the Sky Is HighA long time ago, the sky was close to the earth. When you stood up and stretched your arms, you could touch it. One day, a farmer bought some coconuts for his wife. His wife wanted to drink the juice inside. She knocked one of the coconuts against a rock to break open the shell "That's not the way to do it, "her husband said. "You should cut it open with a knife He gave her his bolo or jungle-knifeHis wife raised the knife to cut the coconut shell “Crackt" As she lifted the knife above her head, it split open the sky and there was heavy woman told the sky. "Will you please go a little higher? I can't raise my knife high enough to cut this coconut shell. She raised the knife over her shoulder the second time. Once again it hit the sky and there was thunder and lightning. "You are still too low," the woman said to the sky. "Please go higher."She raised the bolo a third time. It still cracked the sky. There was a typhoon, and the woman's house was almost blown away by the fierce wind."What are you doing?" cried her husband, "Can't you even try to open a coconut shell without causing a typhoon?""It's not me," his wife answered. "It's the sky which is too low". I need more room to use the knife."Finally, the woman became very angry. She looked up and shouted at sky. "You'd better do as I told. Otherwise I shall cut you to pieces." The clouds rose and rose and the sky went up higher and higher. That's why it is now so high1. What is the type of the text above? a. narrative b. descriptive c. report d. recocount e. news items 2. What is the social function of the text? a. To describe about coconut shells b. To entertain the readers with fairy legend c. To inform readers about coconut shells d. To describe how the farmers open the coconut shells e. To explain to readers why it’s hard to open coconut shells3. Based on the text above, what made the woman get angry? a. The sky went up too high b. Her husband didn’t want to help her c. She couldn’t cut the sky into pieces d. Her husband forbade her to crack the coconut shell opene. The sky gave her rain, thunder, lightening, and typhoon 4. Which one of the following statements is not true according to the text? a. A bolo is a jungle knife b. The woman tore the sky several times. c. A very long time ago, the sky was very low d. The farmer broke the coconut with the knife for his wife e. The farmer’s wife wanted to drink some coconut water 5. She knocked one of the coconuts against a rock to break open the shell paragraph 2 The underlined word can be replaced by_ a. cut b. stroke c. opened d. kicked e. threw. Kendari SAR Team Found 3 More VictimsKENDARI, Southeast Sulawesi, on Thursday a search and rescue team found three more victims from a ship that sank in Banda Sea, who had been missing since the incident occurred on Friday last week. They were Aris Triono, the captain of Amami cargo Ship, Takub, a crewman, and Suharto, a were found on Thursday floating in waters close to Menui Island, Central Sulawesi Province. The Province is adjacent to South East Sulawesi Province, within those territories lies the Banda Sea. Two other victims were earlier saved by SAR team in the Banda Sea on Saturday last week only a day after the ship sank due to the bad SAR team is still searching for 10 crew members and a passenger still missing from the incident, said Rocky Asikin. the head of Kendari SAR The communicative purpose of the text is ______a. To retell past experienceb. To describe a particular thingc. To explain about SAR team's workd. To persuade readers to help victimse. To inform readers about an important event7. Why did the ship sink to the sea? It happened because__ a. the weather was bad b. the ship was broken c. the ship was overloaded d. there was a leak in the ship e. the ship crashed into another ship 8. How many crew members and passengers were involved in the accident? a. two b. three c. fived. sixteene. more than sixteen9. Who is the source of the news?a. SAR teamb. Yakub, a crewmanc. Suharto, passengerd. Aris, Triono, the captaine. Rocky Asikin, the head of SAR team10. SAR team found three more victims. The underlined word means__a. a passenger of a shipb. a person who join the SAR teamc. a person who helps the injured peopled. a person who helps the injured peoplee. a person that is injured or killed in an accident. Denpasar, Bali; Environmental Organization Fauna Conservation for life EOFCFL claimed that Bali is the biggest site of turtle trading in the the period between May though to August 1999, it was reported, some 9,400 of the protected animals had been to Putu Lisa Kusuma Mustika, a reptile expert from the Indonesian World Wildlife Fund WWF, tortoises have long been killed in several of Indonesia, with the highest number in Bali.“Most of them are consumed as food while some of them are used for traditional ceremonies,” Putu told its meat, putu said tortoise shells are also used as souvenirs for The communicative purpose of this text is__ a. To describe the threatened turtle in Bali b. To tell the readers that turtles are threatened to extinct c. To inform about important and newsworthy events d. To explain the important of protecting turtles e. To describe the way how to preserve turtles12. What is the main information of the article above?a. turtle tradingb. A reptile expertc. The protected animalsd. Fauna conservation for lifee. souvenirs from tortoise13. It can be concluded form the text thata. Turtles are not protected animalsb. turtles are mostly traded in Balic. Turtles mainly traded for souvenirsd. traditional ceremonies always requiree. Because the are not preserved, turtles ar threatened to Favorite TeacherI have a favorite teacher in my school. He is Mr. Beni. He is my English teacher. He is 30 years old. He is tall dan handsome. He has round eyes, a pointed nose, and thick lips. He has straight hari that always looks neat. He is the strict and discipline person. He alos has long mustache and beard fairly dense. His skin is brown. He is very diligent. He is also smart and honest. He loves music very much. He is very good at olaying guitar. He is a good person and we love him very Who is Mr. Beni?a. The writer’s fatherb. The writer’s head teacherc. The writer’s uncled. The writer’s teacher15. Is his skin brown?a. Yes, it isb. No, it is notc. Yes, it doesd. No, he is A new student, Rio, is standing in from of the class. The teacher asks him to introduce himself to the Rio, please, introduce yourself to your classmate Rio Yes Sir. Well, Good morning, Everybody! I would like to introduce myself. I am Rio Ariawan. You can call me Rio Fatah Where are you from Rio? Rio I come from East Java. We move here because my father works in this nowadays Fatah Where is your father work? Rio .......... a. Office b. Businessman c. Farmer d. Fisherman e. Contractor 17. Andy where do you live? Siska ..................... a. I like fried chicken b. I live in Kuala Simpang c. I have 2 brothers and i sister d. I am an English teacher e. I have a new car 18. You never know how Nadine will react. One moment she’s so nice and the next she’s the nastiest person in the world. She’s really... a. moody b. selfish c. shy d. respectful e. realistic 19. Be careful when you give Zahra bad news. You can hurt her easily because she’s very ......a. selfish b. affectionate c. sensitive d. responsible e. critical 20. Josh A new cellphone Uncle? Pete Yes. My old one is broken. Josh May I see it? Pete Sure. Here you are. Josh Wow! It looks sophisticated. It has complete features and multi-function. It is completed with analog TV, right?Pete Exactly! Josh It has sharp colors and clear sound. Wonderful! What is the dialog about? a. Josh’s sophisticated new cell phone b. Pete’s new cell phone c. The wonderful Cell phone d. Josh’s multifunction Phone e. Uncle Pete’s Analog TVBaca juga Contoh Soal PAT Seni Budaya Kelas 10 Semester 2 dan Jawabannya Contoh Soal PAT Statistika Kelas 10 Semester 2 dan Kunci Jawaban Soal PAT PJOK Kelas 10 Semester 2 Kurikulum Merdeka & Jawaban Contoh Soal PAT PKN Kelas 10 Semester 2 dan Kunci Jawabannya - Pendidikan Kontributor SulthoniPenulis SulthoniEditor Yulaika Ramadhani
Jawaba. Jawaban benar. 26. Output akuntansi sebagai bagian dari sistem pengendalian manajemen keuangan adalah …a. Laporan Anggaranc. Laporan audit Jawaba. Jawaban benar. 27. Kepuasan konsumen dapat diukur dari nilai fungsional suatu produk, artinya ….a. kelebihan secara teknis dari produk yang manfaat yang didapat berdasarkan nilai uang yang dapat diperolehc. bersifat sangat subjektif, abstrak, emosionald. jumlah pengorbanan yang telah dikeluarkan. Jawaba. Jawaban benar. 28. Gengsi atau kebanggaan atas pembelian suatu produk bermerk berkaitan dengan nilai …a. Pengorbanan. Jawabc. Jawaban benar. 29. Bauran pemasaran yang dilihat dari perspektif penjual yaitu 4 P – product, price, place,promotion perlu dipadankan dengan perspektif pembeli yang dikenal dengan 4 C yaitu…a. Consumer, cost, convenience, Cost, complain, convenience, Care, consumer, communication, Convenience, capability, complain, care. Jawaba. Jawaban benar. 30. Upaya untuk menyediakan produk dalam sejumlah saluran distribusi yang memungkinkan konsumen dapat dengan mudah memperolehnya merupakan salah satu bauran pemasaran yang berkaitan dengan …a. Promotion. a. Jawaban benar. Baca Juga SOAL UAS UT Perbandingan Pemerintahan IPEM4541 Ilmu Pemerintahan Semester 5 Lengkap dengan Kunci Jawaban Baca Juga SOAL UAS UT Kekuatan Sosial Politik Indonesia IPEM4437 Ilmu Pemerintahan Semester 5 Lengkap Kunci Jawaban 31. Dalam upaya membangun komunikasi dengan konsumen dibuatlah sebuah sistem yang mengintegrasikan kegiatan komunikasi pemasaran yang mencakup aktivitas-aktivitas sebelum penjualan dan setelah penjualan, yaitu …a. Customer relationship management CRMc. After-sales Marketing-mix. Jawabb. Jawaban benar. 32. Program dan target pemasaran hendaknya dijalankan selaras. Untuk target pasar golongan masyarakat kelas menengah ke bawah yang lebih ditonjolkan adalah ….a. Kemasan produk yang Citra produk yang berkualitas Harga produk yang Promosi yang ekspansif.
O e-commerce há muito já mostrou que vai além da comercialização online de produtos e serviços. E, ao longo do tempo, surgiram diversos exemplos de e-commerce para atender necessidades específicas do mercado, facilitando a diferenciação do modelo de negócio de cada empreendedor e tipos de lojas. Neste artigo, vamos mostrar o que é e como funciona o comércio eletrônico, além dos 11 principais tipos de e-commerce que trabalham com segmentos de clientes diferentes para que você conheça e entenda melhor como cada um funciona e o que mais combina com você. MONTE SUA LOJA VIRTUAL NA SHOPIFY! FAÇA O TESTE GRÁTIS DE 14 DIAS, SEM PRECISAR DE CARTÃO DE CRÉDITO Você sabe o que é e-commerce? E-commerce electronic commerce ou comércio eletrônico é um tipo de comercialização pela qual a compra e venda online de produtos e serviços, bem como as transações financeiras, são realizadas totalmente pela internet, através de dispositivos eletrônicos, como computadores, telefones celulares ou tablets. Nessa modalidade, empresas vendem seus produtos por meio de lojas virtuais próprias ou em outras plataformas nas quais é possível comercializar praticamente qualquer coisa. Basta que a empresa tenha uma página em uma plataforma de e-commerce para criar, gerenciar e fazer a gestão de vendas online de sua loja virtual. E para o cliente, é muito simples basta acessar a loja virtual da marca pelo dispositivo de preferência, a qualquer hora do dia ou da noite e de qualquer lugar com acesso à internet, escolher o produto de interesse, pagar por meio de uma das formas de pagamento disponíveis no site e receber o item em um prazo determinado. Então vamos aos exemplos de e-commerce para que você possa começar a montar a sua loja virtual? Exemplos de e-commerce como funciona? Agora que abordamos o que é, chegou a hora de entender melhor como funcionam os e-commerces na prática. Quem deseja ser um empreendedor mas está apenas começando, é comum não saber por onde começar ou se perder um pouco em meio a tantas informações até mesmo para quem já tem experiência pode ser complicado, na verdade, mas é importante ter em mente que o e-commerce é uma das primeiras etapas para quem quer investir no mercado digital. Basicamente, o e-commerce funciona de forma muito semelhante aos tipos de lojas físicas que já conhecemos, onde são feitas a comercialização de bens e serviços, a diferença é que o contato com os consumidores acontece de forma virtual. Mas para que isso aconteça, é necessária toda uma logística e estrutura que envolve a exposição dos produtos afinal, bons exemplos de e-commerce precisam de uma boa vitrine virtual!, estoque, fornecedores, meios de pagamento, formas de envio/entrega, só para citar alguns. Fora estratégias de marketing e atendimento, além do pós-venda. Ufa! Recupere o fôlego e continue por aqui que vamos conferir a seguir um pouco mais sobre cada uma dessas etapas que fazem um comércio eletrônico acontecer. Começando pelo… COMEÇO! Antes de qualquer coisa, defina que tipos de produto ou serviço quer oferecer. Só assim será possível criar sua marca e entender em que nicho de mercado ela se encaixa e que tipo de público-alvo atingirá. Defina sua persona e levante um estudo sobre quais assuntos mais a interessa para ver o que se encaixa no funil de vendas. Faça também um estudo de viabilidade na internet analise a concorrência, pesquise por palavras-chave no Google Ads para ver se seu nicho está saturado ou em que segmento você poderia ter mais sucesso. Procure saber também qual é a tendência do seu produto ou serviço na web e se não corre o risco de ser sazonal. Use e abuse do Google já que estamos falando de começos e bons exemplos de e-commerce, aproveite essa fase para regularizar a documentação da empresa e criar um domínio para seu e-commerce. Definição de canal de vendas Já sabemos que e-commerce é a comercialização virtual de produtos ou serviços por meio de dispositivos eletrônicos. E também já vimos que apesar da relação entre eles, existe uma diferença entre e-commerce e as lojas virtuais e que estas não são a única possibilidade para o comércio eletrônico. Conheça melhor a seguir os três principais canais de vendas online disponíveis Loja virtual Como já falamos antes, loja virtual é um site criado pelo vendedor para exibir e comercializar produtos. Toda a administração da loja online é feita pelo gerente de e-commerce, do layout a questões logísticas e estratégicas. Para o design e criação do site de e-commerce, você pode contratar um desenvolvedor ou até mesmo usar uma plataforma de e-commerce, como a Shopify. Vale ressaltar que, geralmente, os visitantes da loja são os clientes com tendência a finalizar compras online, pois o negócio já tem uma persona definida. Marketplace Os marketplaces podem ser definidos como verdadeiros shopping centers virtuais, onde diversos lojistas expõem suas “vitrines” para os visitantes e compradores desses sites. Entre os marketplaces famosos e acessados nos exemplos de e-commerce brasileiros estão Mercado Livre, Magazine Luiza, Casas Bahia e Amazon. Marketplaces têm muitos acessos, com alcance maior, porém, por ser um negócio menos específico, não gera tanto engajamento e fidelidade por parte dos clientes quanto a loja virtual, além de terem políticas próprias. Redes sociais Com a presença de mais de 150 milhões de brasileiros, sem dúvida as redes sociais são palco para fechar bons negócios, seja com integrações nativas das plataformas, como o Instagram Shopping, ou tendo contato direto com o cliente. Controle de estoque Ao analisar como seria o seu dia a dia de vendas e aspectos mais específicos do comércio eletrônico, é importante fazer algumas perguntas importantes relacionadas a estoque e disponibilidade, que precisam ser bem geridos Seu produto ou serviço possui disponibilidade imediata? Você faz o controle de estoque e mantém produtos suficientes para atender à demanda de vendas ou à previsão de compras? Onde e como armazenar mercadorias? Considera fazer o Dropshipping? Bons fornecedores Por mais óbvio que pareça, ótimos exemplos de e-commerce precisam de um bom fornecedor. Selecione bem seus contatos em todas as etapas que envolvem seu produto, da produção à embalagem, incluindo a verificação de materiais, prazos, orçamentos, entre outros processos importantes que impactam no resultado final do seu produto. Tipos de lojas virtuais com vitrine caprichada Nada como chegar em uma loja e ver os produtos expostos de forma que chamam a atenção, certo? Então pense na sua loja virtual, caso esta seja a sua plataforma de escolha, dessa forma também, para atrair os que, ao fazer compras online, clientes não têm contato com os produtos e, por isso, é necessário compensar essa falta com fotografias de produto de qualidade, artigos bem organizados, com descrições completas e detalhadas. Não deixe também de usar a criatividade nos banners do site, pensando sempre em deixar toda a aparência equilibrada. Seu objetivo em bons exemplos de e-commerce é uma boa taxa de conversão e sucesso na finalização de compras, portanto, capriche na sua loja virtual. Logística de envio e entrega Já parou para pensar como os pedidos feitos pelos seus clientes serão entregues? E tudo que envolve o frete e o processamento de pedidos? Existe toda uma logística por trás do processo que vai do “finalizar a compra” até o produto chegar ao endereço do você pode usar quatro opções de frete para os produtos de sua loja frete pelos Correios, transportadoras e parceiras de frete como o app Kangu, motoboy ou bicicleta ou ainda a logística terceirizada. Acompanhamento das métricas É muito importante acompanhar as métricas dos exemplos de e-commerce para assegurar um crescimento saudável e uniforme do seu negócio, evitando assim futuros gargalos na operação. Existem alguns fatores que você precisa ter mais atenção, como tráfego online, taxa de conversão, ticket médio, taxa de rejeição, taxa de abandono de carrinho, tempo de compra, custos de aquisição de clientes e ROI. Bom atendimento ao consumidor Em todas as etapas do processo de vendas é essencial que seu cliente receba um atendimento de excelente qualidade, já que este é um dos principais fatores para gerar engajamento e fidelidade. Criar um canal aberto de comunicação com clientes novos e existentes é fundamental para o sucesso de exemplos de disso, é preciso pensar em logística reversa, pois depois que o cliente recebe o produto, seu trabalho não termina caso algum item precise ser trocado ou devolvido. Por isso, é importante ter um bom atendimento ao cliente cuja comunicação funcione sem ruídos. Divulgação Para esta parte, tudo acima deve estar funcionando - e funcionando muito bem - para você finalmente pensar e colocar em prática a divulgação do seu e-commerce. Invista em estratégias de marketing digital para atrair consumidores em potencial, usando estratégias de inbound marketing e marketing de conteúdo, que se baseiam na produção e no compartilhamento de informações em redes sociais, mecanismos de busca SEO marketing e blogs, com o intuito de chamar a atenção de consumidores até o seu comércio eletrônico. Plataforma de e-commerce Se entre os exemplos de e-commerce você optou pela loja virtual como o canal de vendas do seu comércio eletrônico, será necessário escolher o sistema responsável pela criação do site, ou seja, a plataforma de e-commerce, onde você fará todo o gerenciamento de sua duas formas de abrir um e-commerce criar o site do zero, o que pode levar a muitos gastos desnecessários com programadores, web designers, manutenção da loja virtual, entre outros, ou escolher uma das várias plataformas disponíveis no mercado a Shopify é uma delas, que ofereça ao seu negócio tudo o que você precisa em um só lugar. 🎥Case de sucesso migre sua loja para a ShopifyNesse bate-papo, Hele Moura, presidente do Comitê de Líderes de E-commerce, conversa com Flavio Feres, Founder e CEO da Vestem, sobre os motivos que o levaram a migrar sua loja para a Shopify, mesmo quando o e-commerce da Vestem já era bem-sucedido. Quais os tipos de sistemas de pagamentos que podemos utilizar no e-commerce? O método de pagamento varia de exemplos de e-commerce para e-commerce, mas a regra que todo consumidor segue é preencher um cadastro na loja virtual ou fornecer alguns dados como nome, CPF e endereço de entrega. O que não impede que seu negócio ofereça ao consumidor várias formas de pagamento, dando mais flexibilidade para que ele finalize a compra na internet como achar melhor, e evita desistência e os carrinhos com intermediadores e gateways de pagamento é o caminho mais fácil para fazer isso, já que oferecem a possibilidade de os pagamentos serem feitos com cartão de crédito quais bandeiras, débito, transferência bancária, boleto bancário e o Pix, tudo no ambiente online. Outros métodos menos burocráticos são empresas como PayPal e Pagseguro. Quanto mais opções simples e seguras seu e-commerce oferecer, melhor para seu cliente, melhor para sua loja virtual e mais chances de finalização de compra. 11 principais exemplos de e-commerce Já falamos aqui sobre vários aspectos importantes do e-commerce o que é, como funciona, como administrar, onde hospedar, entre outros fatores fundamentais para o seu negócio. Mas ainda falta avaliar e classificar os tipos de e-commerce. E não me refiro a nicho, buyer persona, segmento ou plano de negócios, pois a essa altura, você precisa estar com tudo isso muito bem definido. Falo dos diferentes exemplos de e-commerce no que diz respeito a modelos de classificar seu tipo de e-commerce é crucial para decidir em que formato de negócio você vai investir, além de considerar a relação entre empresas e clientes e o perfil de todos os envolvidos. Conheça agora os 11 principais tipos de e-commerce no Brasil e suas características. Business to Consumer - B2C Entre os tipos de e-commerce, este primeiro é o mais popular. Trata-se do modelo de negócios em que o e-commerce vende e interage diretamente com o consumidor final, como a maioria dos tipos de lojas virtuais. Alguns exemplos desse modelo, que também corresponde ao setor varejista do e-commerce são, Magazine Luiza, Casas Bahia e Amazon. Direct to Consumer - D2C O D2C é um exemplo de e-commerce em que as vendas são feitas diretamente ao consumidor, sem intermediários. O objetivo aqui é não depender de marketplaces ou varejistas e atacadistas e vender diretamente aos clientes, por meio da própria plataforma de e-commerce. Business to Business - B2B Entre os exemplos de e-commerce, um bem recorrente no Brasil é o modelo de negócios em que empresas fabricantes ou distribuidoras criam lojas virtuais que vendem exclusivamente para outras empresas, se enquadrando no setor de atacado. Exemplos são vários, entre eles, papelarias, empresas de plásticos, revendas etc. Consumer to Business - C2B Neste exemplo de e-commerce, o consumidor é quem vende seus produtos ou oferece seus serviços - o que é mais comum - a uma empresa. Mais utilizado por profissionais freelances ou autônomos que prestam ou vendem serviços a empresas. Exemplos comuns são 99Freelas e Shutterstock. Consumer to Consumer - C2C Modelo de negócios que permite relações comerciais entre os consumidores, sem participação de uma empresa, e que se expandiu a partir da Internet, principalmente em marketplaces. Principais exemplos no Brasil OLX, Mercado Livre, Ebay, Enjoei. Consumer to Administration - C2A Este modelo é menos comum do que os exemplos de e-commerce mencionados até agora e abrange as transações eletrônicas comerciais realizadas entre consumidores finais e a Administração Pública, como a formação à distância em uma universidade governamental. Além do setor da educação, exemplos também incluem serviços prestados a pacientes na saúde pública, prestação de serviços a contribuintes e entrega de declaração de impostos. Business to Administration - B2A Diferentemente da C2A, em que a pessoa física efetua transações com o governo, no B2A ou Business to Government - B2G as transações são realizadas entre pessoa jurídica e a Administração Pública. Os serviços envolvem a venda online de produtos e serviços para uma instituição pública, mas as empresas precisam passar por um processo de licitação, no qual concorrem pela prestação de serviços. Citizen to Government - C2G É a relação entre os cidadãos - pessoas físicas - e os governos municipal, estadual ou federal, que ocorre, principalmente, por meio dos portais eletrônicos oficiais e-government, que prestam serviços ao contribuinte com canais de formação e informação à sociedade. Neles, o cidadão age como sujeito ativo e se quiser oferecer melhorias para contribuir com a eficiência do Estado, precisará de medidas governamentais. M-Commerce De acordo com uma pesquisa de maio de 2021 da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 91% dos consumidores realizaram compras na internet em 2020. E desse total, 87% usaram o smartphone para finalizar a compra. Isso dá uma ideia do crescimento das transações de Mobile Commerce M-Commerce no país. Com isso, lojas acabam investindo cada vez mais em adaptações de seus sites para dispositivos móveis ou até mesmo em aplicativos próprios. S-Commerce Entre os exemplos de e-commerce, o Social Commerce é o que se refere ao comércio realizado nas redes sociais, como Instagram e Facebook e integra a loja virtual a essas mídias. Essa modalidade de vendas, que está cada vez mais em alta, pode ser realizada entre marcas e clientes, e apenas entre consumidores. T-Commerce O TV commerce ainda é um meio pouco explorado no Brasil devido a limitações técnicas. Basicamente une as funcionalidades da smart TV e do sinal digital das emissoras ao e-commerce. Enquanto o telespectador assiste a uma programação ou anúncio comercial, os recursos interativos da TV oferecem informações ou opções de compra de um produto ou serviço na própria tela, sem a necessidade de usar uma segunda tela como o celular para fazer a compra. Exemplos de e-commerce resumo E-commerce não se limita apenas a compras online e tipos de lojas virtuais. Quem deseja empreender ou já está trilhando seu caminho nessa área sabe que são inúmeras as possibilidades para se desenvolver. E agora que você já sabe o que é e como funciona o e-commerce, e conhece os 11 principais tipos de e-commerce usados no Brasil, pode apostar no melhor modelo de negócios para começar, investir ou aprimorar seu negócio online. Perguntas frequentes sobre tipos de e-commerce O que é e-commerce? E-commerce, ou comércio eletrônico, é a comercialização de produtos ou serviços pela Internet, em que as transações são feitas via dispositivos eletrônicos, como computadores, smartphones ou tablets. Esse tipo de comércio tem vários tipos de canais de vendas, mas o mais comum é a loja virtual. Como funciona um e-commerce? O e-commerce funciona de forma semelhante a uma loja física, com a diferença de que o contato com os consumidores é feito de forma totalmente virtual. O empreendedor do negócio precisa trabalhar em alguns processos para que o e-commerce funcione, como burocracias iniciais, exposição de produtos para vender, definição do canal de vendas, controle de estoque, contato de fornecedores, logística de envio e entrega, acompanhamento de métricas, atendimento ao consumidor e divulgação. Quais os principais exemplos de e-commerce que existem? Os 11 principais tipos de e-commerce no Brasil são B2C Business to Consumer, D2C Direct to Consumer, B2B Business to Business, C2B Consumer to Business, C2C Consumer to Consumer, C2A Consumer to Administration, B2A Business to Administration, C2G Citizen to Government, M-Commerce Mobile Commerce, S-Commerce Social Commerce e T-Commerce TV Commerce. Quer saber mais? 12 melhores apps para ganhar dinheiro aprenda a faturar usando apenas o celular! Como ganhar dinheiro na internet em 2022 20 ideias incríveis Renda extra manual completo para 2022 Como fazer dropshipping com AliExpress um guia completo Sobre a autora Ingrid Varella é jornalista, atua como tradutora e redatora, e é cantora nas horas vagas. Está sempre em busca de conhecimento, com uma xícara de café de um lado e sua gata do outro.
soal dan jawaban e commerce semester 5